Generali Stadium marca a nova casa de Milan e Inter
Generali Stadium é o nome do estádio que AC Milan e Inter apresentaram nesta quinta-feira como futura casa dos dois clubes. O projeto terá capacidade para 71,5 mil torcedores e encerra, ao menos no papel, a longa era de San Siro.
A mudança entra em uma tendência cada vez mais comum no futebol europeu. As novas arenas atendem a exigências de conforto e segurança, mas também ampliam a capacidade de gerar receita com shows e outros eventos.
Generali Stadium e a troca de casa no futebol europeu
Nos últimos anos, vários gigantes do continente deixaram estádios históricos para inaugurar arenas mais modernas. Em comum, esses movimentos costumam unir adaptação estrutural e busca por novas fontes de renda.
O caso de Milan e Inter se soma a uma lista que já reúne exemplos marcantes. Em cada um deles, a mudança foi acompanhada por um novo projeto arquitetônico e por um corte simbólico com o passado.
Generali Stadium e os exemplos de Porto, Arsenal e City
O Porto deixou o antigo Estádio das Antas em 2003 e passou a mandar seus jogos no Estádio do Dragão, construído para a Euro 2004. Foi uma troca que antecipou a modernização de um dos principais palcos do futebol português.
O Arsenal viveu algo parecido ao sair de Highbury, onde jogou de 1913 até 2006, para inaugurar o Emirates Stadium. Já o Manchester City trocou o Maine Road pelo Etihad Stadium, inaugurado em 2003, depois de 80 anos no estádio antigo.
Do Vicente Calderón ao Juventus Stadium
O Atlético de Madrid também atravessou essa transição. O clube jogou no Vicente Calderón de 1966 até 2017, antes de se mudar para o Estádio Metropolitano após a demolição do antigo estádio.
A Juventus completa a relação de mudanças recentes. O clube passou quase seis décadas no Stadio Comunale di Torino, mudou-se para o Stadio delle Alpi em 1990, voltou ao Comunale em 2006, já renomeado Estádio Olímpico, e finalmente inaugurou o Juventus Stadium em 2011.