O Liverpool acelera no mercado e mira Endrick como uma das peças centrais para remodelar o ataque após a saída de Mohamed Salah. A diretoria inglesa estuda uma investida de cerca de 65 milhões de euros, algo em torno de R$ 400 milhões, para tirar o brasileiro de 20 anos do Real Madrid. Para quem busca as melhores casas de apostas para acompanhar o mercado da bola, essa movimentação pode impactar as odds futuras.
O tamanho da operação
Não se trata de uma sondagem qualquer. O valor em análise coloca o atacante em uma faixa alta do mercado europeu, ainda mais para um jogador que hoje não ocupa papel de protagonista no elenco merengue. Endrick chegou a Madri em 2024 depois de uma negociação com o Palmeiras na casa de 72 milhões de euros, o que mostra que o clube espanhol dificilmente abriria conversa por uma cifra muito abaixo disso.
Do lado dos Reds, a lógica é clara: sem Salah, o setor ofensivo perde produção, peso e referência. Por isso, o clube vasculha perfis capazes de atacar espaço, jogar em alta rotação e ainda oferecer margem de crescimento. Endrick entra exatamente nesse recorte. Barcola, do PSG, também está no radar, mas o brasileiro tem um trunfo evidente: teto técnico alto e capacidade de impacto imediato.
Por que Endrick virou alvo agora
O cenário no Real Madrid ajuda a explicar o movimento. De volta após empréstimo ao Lyon, onde ganhou minutos e se destacou, Endrick retorna mais maduro, porém encara uma fila pesada no ataque. Kylian Mbappé puxa a hierarquia, e Carlos Espí chegou recentemente para aumentar a concorrência. Em um elenco desse tamanho, talento sozinho não basta. É preciso espaço. E ele segue curto.
Na França, o ex-palmeirense mostrou justamente o que o mercado queria ver: sequência, agressividade no um contra um e presença de área. O bom rendimento o recolocou no mapa da elite e ainda o levou à convocação para a Copa do Mundo de 2026 com a Seleção Brasileira. Foi um salto importante. Talvez decisivo.
O que pode mudar para os dois clubes
Para o Liverpool, a eventual chegada de Endrick seria mais do que reposição. Seria uma aposta de reconstrução com valor esportivo e também financeiro. Jogadores jovens, já testados em alto nível e com apelo global, custam caro porque entregam duas coisas raras ao mesmo tempo: rendimento e revenda.
Para o Real Madrid, a decisão passa por estratégia. Manter um atacante promissor no banco pode preservar patrimônio, mas também freia evolução. Vender agora, por uma cifra robusta, abriria caixa e evitaria desgaste por falta de minutos. O desfecho ainda está em aberto, mas uma coisa já ficou clara: Endrick voltou a ser assunto grande no mercado europeu.