Messi encerra ciclo na Argentina após 207 jogos


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Lionel Messi confirmou sua aposentadoria da seleção argentina, encerrando uma trajetória de 21 anos, 207 partidas e 125 gols. Aos 39 anos, o atacante fecha a história com peso de fim definitivo, mesmo depois de já ter ensaiado uma saída em 2016.

Uma despedida com cara de ponto final

A última atuação por La Albiceleste foi amarga: derrota por 1 a 0 para a Espanha na final da Copa do Mundo, em 19 de julho. Não houve final perfeito. Ainda assim, o desfecho não apaga o tamanho da obra. Messi deixa a seleção com três títulos de elite: a Copa América de 2021, a Copa do Mundo de 2022 e a Copa América de 2024.

Desta vez, o ambiente é diferente daquele de 2016, quando ele anunciou a saída após perder a final da Copa América e voltou atrás pouco depois. Agora, a decisão soa madura, definitiva e coerente com o estágio da carreira. O camisa 10 sai depois de ter cumprido aquilo que por anos lhe cobraram na Argentina: ganhar com a seleção principal e sustentar uma era vencedora.

Os números que explicam o tamanho

Os dados ajudam a dimensionar o legado. Foram 125 gols e 60 assistências, participação direta em 185 tentos ao longo de 207 jogos. Só Cristiano Ronaldo, no futebol masculino de seleções, soma mais partidas e mais gols. Messi também disputou seis Copas do Mundo, recorde histórico, e acumulou 34 jogos no torneio, além de 23 vitórias e 12 assistências.

No Mundial, seu impacto foi além do volume. Ele marcou 21 vezes, chegou a liderar a artilharia histórica masculina da competição e só depois foi ultrapassado por Kylian Mbappé. Também virou o único jogador a começar três finais de Copa e o atleta de linha mais velho a atuar em uma decisão do torneio. É um pacote raro: longevidade, protagonismo e produção em mata-mata.

Do cartão vermelho na estreia ao lugar entre os maiores

A curva da carreira internacional de Messi sempre teve algo de improvável. Em 17 de agosto de 2005, contra a Hungria, ele entrou no segundo tempo e foi expulso em menos de um minuto. Duas décadas depois, sai como herdeiro legítimo da linhagem de Diego Maradona, mas com uma assinatura própria: menos estrondo verbal, mais controle do jogo, mais regularidade, mais números.

Foram 11 hat-tricks pela seleção, 35 gols em grandes torneios e uma coleção de recordes que dificilmente será repetida tão cedo. Para a Argentina, a consequência prática é clara: começa agora a transição sem o jogador que organizava o time técnica e emocionalmente. Para o futebol, fica o fechamento de um capítulo que atravessou gerações e redefiniu o padrão de excelência em seleções. Para quem busca informações sobre onde apostar nos próximos jogos da seleção argentina, confira a lista completa de casas de apostas recomendadas.

Autor

Analista de apostas esportivas | 8 anos de experiência

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Lucas Ribeiro é analista de apostas esportivas com 8 anos de experiência em betting e modelagem matemática. Possui graduação em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com especialização em Teoria das Probabilidades e Análise Estatística de Dados. Especializado em apostas no futebol europeu e brasileiro, Liga dos Campeões e Copa Libertadores. Avalia casas de apostas de forma sistemática: verifica velocidade de pagamentos, profundidade das odds e qualidade do suporte ao cliente. É contrário a qualquer tipo de "esquema infalível" — trabalha exclusivamente com valor esperado e resultados de longo prazo. No Ganhador24, é responsável pelos rankings de casas de apostas e guias estratégicos.

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